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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Funchal à Noite


Imagens nocturnas do Funchal.
Da lindíssima Ilha da Madeira

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Santuário de Fátima

 Cova da Iria:
- Recinto de Oração
- Capelinha das Aparições
- Basílica de Nª. Sª do Rosário
- Igreja da Santíssima Trindade

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Monsaraz

Aldeia

Nove casas, duas ruas
Um largo ao meio do largo
Um pouco de água fria...
Tudo isto tão parado e o céu tão baixo, que quando alguém grita para longe

um nome familiar, se assustam pombos bravos e acordam ecos no descampado.

Manuel da Fonseca



sábado, 5 de junho de 2010

Jardim Tropical Monte Palace - Funchal

O Jardim Tropical Monte Palace, pertence actualmente à Fundação Berardo, e foi reflorestado com plantas exóticas oriundas de vários continentes. Possui lagoas com peixes asiáticos, painéis sobre a História de Portugal e museu com obras de arte.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Vila Real - Trás-os-Montes e Alto Douro

O distrito de Vila Real, fica localizado na província de Trás-os-Montes e Alto Douro, e é constituído por catorze municípios.

terça-feira, 18 de maio de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

terça-feira, 9 de março de 2010

=> Linha do Douro vista por Vitorino Nemésio

Nascido na ilha Terceira, Vitorino Nemésio (1901-1978) é um dos grandes escritores e cronistas do séc. XX. Foi professor nas universidades de Lisboa, Montpellier e Bruxelas, e fundador, em 1937, da Revista de Portugal. Da sua vasta actividade no romance, poesia e crítica literária, o grande público retém como obra de referência «Mau Tempo no Canal». Nos últimos anos da sua vida, Nemésio ganhou projecção pública com o programa da RTP «Se Bem me Lembro».

Em «Portugal Através», o autor de «Mau Tempo no Canal» faz uma série de reflexões sobre o passado e o presente do caminho-de-ferro português, tudo a propósito de um velho álbum de fotografias da Casa Biel comprado na Feira da Ladra. É um texto curioso, sobretudo vindo de um açoriano, nascido entre rochedos, prados e ondas do Atlântico, num arquipélago onde o transporte ferroviário nunca existiu.
«Quem não é beirão ou transmontano de recesso acaba por dar conta apenas de uma estreitísima faixa longitudinal de terra. Com o simples correctivo das escassas dezenas de quilómetros de internamento da linha dorsal ferroviária, é caso para aplicar a nós, portugueses, na Península, o que Frei Vicente do Salvador dizia dos portugueses ‘marinheiros’ no Brasil: arranhamos o litoral: o nosso modelo viatório é o caranguejo».
Acontece assim, explica o autor, mais pelos caprichos da geografia, que pela falta de curiosidade dos autóctones: a barreira de serras impede que Leste e Oeste comuniquem facilmente. Daí a admiração com que Nemésio olha para a Linha do Douro e para as linhas de via estreita que da mesma irradiam.
«A Linha férrea do Douro – Tua e planalto transmontano – custou os olhos da cara à engenharia de fins do século passado, que acabou por fazer uma pequena obra-prima de «obras de arte», como se diz no calão respectivo. Pontes, viadutos, passos de nível, tornam-se, às vezes, ali jóias da arquitectura de trânsito: a pequena ponte alcandorada nos despenhadeiros das ribas, com o comboiozinho de via reduzida suspenso como um brinquedo; a velha «chocolateira» de locomotiva (tracção eléctrica, viste-la) chiando e fumegando à boca de um túnel praticado à face de ciclópicos ‘ovos’ de granito».
A seguir, o autor revela a fonte da sua inspiração. «Tenho aqui um grande álbum de fotos dessa via, da época: fototipias da antiga Casa Fritz, do Porto, na litografia de Biel. (Pode-se fazer o reclamo, que tudo isso já morreu.) Comprei-as ao desbarato na Feira da Ladra».
Segue-se a descrição, quer da obra, quer do ambiente retratado. «Maravilhoso! O ambiente penhascoso da bacia do Douro, dos vales do Càvado e do Zêzere, a qualidade material e operatória, a focagem – tudo um primor!». E lá vêm as referências ao comboio: «Os viadutos da Sermenha, de Quebrados, da Cabeda; o do Corgo e o do Ovil (‘Ovil’de ‘ovelha’, claro!); o de Pala visto de baixo, em toda a rudeza pegureira própria daqueles sítios, que Herculano chamava ‘desvios’. (...) Isto sem falar das comovedoras estaçõezinhas moribundas de lanterna pendente do sobredito Moledo, de Covelinhas, do Marco, de Vila Meã».



ALBUM DE "OBRA PRIMA" DE ENGENHARIA DO SÉCULO PASSADO

sábado, 6 de março de 2010

Para quem não conhece, ou conhece mal, é na região do Alto Douro que se produz, entre outros, o famoso VINHO DO PORTO. Conhece melhor esta Região, enquanto saboreias um cálice de "PORTO".

=> Alto Douro Vinhateiro - Nas Margens do Rio Douro

quarta-feira, 3 de março de 2010

sábado, 27 de fevereiro de 2010

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010